Boa noite!
Estou muito feliz hoje. Ainda a pouco, assistia a aula de uma professora, que, inclusive, é defensora pública e muito consciente de seu papel com cidadã, zeladora das instituições democráticas, enfim, uma idealista. Sempre respeitei-a e continuo a respeitar, pela pessoa íntegra que é.
Mas o que isso tem a ver com política?
Então, logo no início da aula, uma dita cuja resolve perguntar para a professora em que candidato ela votaria para presidencia, a pergunta foi feita logo no início da aula para todos ouvirem. A professora, então, respondeu: votarei no(a) candidato(a) X, por isso, por aquilo e por aquilo outro.
Eu já meio incomodada, fiquei esperando ela para de falar e continuar a aula, mas ai começou a falar mais e mais, trazendo novos argumentos a tona. Pronto, pra mim deu. Levantei a mão e disse que era injusto o que ela estava fazendo, não por ela ter se manifestado, claro que não. A liberdade de pensamento e escolha é livre. Conquanto, sempre que vejo alguém numa posição que não possibilite ou dificulte extramente o contraditório, me incomodo. Foi justamente o caso.
Uma professora, na condição de autoridade que tem perante a sala, na maioria das vezes fala o que bem entende e não abre para o debate, geralmente quando alguém vai contrapor o pensamento dele ou dela, logo este tem que prosseguir com a aula, pois já perdeu tempo demais, etc. Isso é incocebível. O pior é que os alunos ficam calados. Quantos indecisos não acabam tendendo para o pensamento do professor e votam no candidato que ele defendeu?
Claro que minha professora como ser humano que é, logo reconheceu o fato e elogiou minha atitude, argumentando que no momento em que considerei que havia uma injustiça, manifestei-me contra e acabei viabilizando o contraditório na minha sala, pois as pessoas que eram da oposição e estavam acuadas, se manifestaram e a situação se tornou justa.
Estou muito feliz hoje. Ainda a pouco, assistia a aula de uma professora, que, inclusive, é defensora pública e muito consciente de seu papel com cidadã, zeladora das instituições democráticas, enfim, uma idealista. Sempre respeitei-a e continuo a respeitar, pela pessoa íntegra que é.
Mas o que isso tem a ver com política?
Então, logo no início da aula, uma dita cuja resolve perguntar para a professora em que candidato ela votaria para presidencia, a pergunta foi feita logo no início da aula para todos ouvirem. A professora, então, respondeu: votarei no(a) candidato(a) X, por isso, por aquilo e por aquilo outro.
Eu já meio incomodada, fiquei esperando ela para de falar e continuar a aula, mas ai começou a falar mais e mais, trazendo novos argumentos a tona. Pronto, pra mim deu. Levantei a mão e disse que era injusto o que ela estava fazendo, não por ela ter se manifestado, claro que não. A liberdade de pensamento e escolha é livre. Conquanto, sempre que vejo alguém numa posição que não possibilite ou dificulte extramente o contraditório, me incomodo. Foi justamente o caso.
Uma professora, na condição de autoridade que tem perante a sala, na maioria das vezes fala o que bem entende e não abre para o debate, geralmente quando alguém vai contrapor o pensamento dele ou dela, logo este tem que prosseguir com a aula, pois já perdeu tempo demais, etc. Isso é incocebível. O pior é que os alunos ficam calados. Quantos indecisos não acabam tendendo para o pensamento do professor e votam no candidato que ele defendeu?
Claro que minha professora como ser humano que é, logo reconheceu o fato e elogiou minha atitude, argumentando que no momento em que considerei que havia uma injustiça, manifestei-me contra e acabei viabilizando o contraditório na minha sala, pois as pessoas que eram da oposição e estavam acuadas, se manifestaram e a situação se tornou justa.
O que quero chamar a atenção com esse fato, não é para gabar-me da do que fiz ou, simplesmente, criticar os professores. A minha finalidade é chamar a ateñção dos estudantes para essas atitudes déspotas. Afinal, só se monta em quem fica de quatro. Os estudantes estão cada vez mais passivos diantes das atrocidades, muitas vezes são coniventes e corroboram para situações como essa.
Gente, não se deve ter medo de manifestar o que se pensa. A coisa agora tá sendo no grito, quem quer chega, grita uma meia duzia de palavras e todo mundo baixa a cabeça e concorda. Qualquer um chega e diz que o candidato X roubou e fez isso e aculo outro e quem tá ouvindo toma aquilo como verdade e pronto e fica por isso mesmo.
Algum de vocês já ouviu algo sobre um candidato e foi fiscalizar? foi conferir se era verdade o que estava sendo alegado? Aposto que nem sequer uns 10% dos leitores.
Não tem direito a reclamar quem não se envolve. A gente colhe o que planta.
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